
Em KIN, a dança é um terreno comum para o ‘nativo’ e para o ‘estrangeiro’. Não como em ‘L’Inde Fantôme’, onde a câmara criava deliberadamente distância entre eles. Neste solo, a dança funcionará como mais do que uma ferramenta antropológica clássica para entender o ‘nativo’. Ela é a linguagem do ‘estrangeiro’, que por sua vez é um ‘nativo’. “É através do meu próprio corpo – através da experiência física pessoal – que, como performer eu posso investigar o ‘parentesco’ e os seus atributos como ‘estrangeiro’ ou ‘nativo’. Eu, como performer em cena procurarei uma matriz de identidades imaginárias e reais que se tocam. Este ‘tecido do folclore’ será criado pela dança, o que poderá expor os limites do desejo individual, diferenciação individual e mudança.’
BoxNova, Sala de Ensaio – Centro Cultural de Belém, Lisboa
21 de Novembro > 21.00 | 22 de Novembro > 19.00